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Twitter / hevanderson » hevanderson: Procurando um bom livro sobre servidores Linux

Posted 4 months ago

hevanderson: Procurando um bom livro sobre servidores Linux [Link]

Twitter / hevanderson » hevanderson: Obrigado pelo alerta Rafael!

Posted 4 months ago

hevanderson: Obrigado pelo alerta Rafael! [Link]

Twitter / hevanderson » hevanderson: puxa, que mico essa do Ubuntu mobile hein! ainda bem q corrigi a tempo.

Posted 4 months ago

hevanderson: puxa, que mico essa do Ubuntu mobile hein! ainda bem q corrigi a tempo. [Link]

Twitter / hevanderson » hevanderson: Alguém já conseguiu instalar o CentOS numa máquina Core 2 Duo? To apanhando. Eu utilizo a iso pra x86 ou pra x86_64?

Posted 4 months ago

hevanderson: Alguém já conseguiu instalar o CentOS numa máquina Core 2 Duo? To apanhando. Eu utilizo a iso pra x86 ou pra x86_64? [Link]

Twitter / hevanderson » hevanderson: Parece que a faculdade não gosta muito de blogs. O meiobit é bloqueado mas pelo menos o Mundo hev e o Planeta Ubuntu tão liberados hehe!

Posted 4 months ago

hevanderson: Parece que a faculdade não gosta muito de blogs. O meiobit é bloqueado mas pelo menos o Mundo hev e o Planeta Ubuntu tão liberados hehe! [Link]

Twitter / hevanderson » hevanderson: Parece que funcionou, quem quiser, só adicionar. Até mais Pessoal Fiquem com Deus!

Posted 4 months ago

hevanderson: Parece que funcionou, quem quiser, só adicionar. Até mais Pessoal Fiquem com Deus! [Link]

Twitter / hevanderson » hevanderson: Primeiro teste do twitter.

Posted 4 months ago

hevanderson: Primeiro teste do twitter. [Link]

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Linux Internals: uma viagem ao interior do kernel

28 de October de 2007, por hev

O que seria da torta se não fosse o recheio? É ele que determina se uma torta é saborosa ou não independente de seu aspecto externo, que por melhor que seja, é um complemento. E é partindo deste princípio que o Mundo hev inicia uma nova série de postagens sobre Linux Internals, que como o nome sugere, são os componentes internos do Kernel do Linux, já fiz algumas séries de posts mas o que esta tem de especial é que simplesmente não sei quantas postagens serão (com certeza muitas) e o tempo de conclusão é indeterminado, não por preguiça, mas sim porque o assunto é extenso e realmente interessante e deve ser digerido aos poucos (como uma boa torta, pedaço por pedaço), mas chega de embromação, vamos ao que interessa, nossos estudos serão baseados em kernels da série 2.4 .

O Processo de Inicialização do Kernel

O boot de um kernel Linux, tem basicamente 5 etapas:

1. Antes de tudo, o kernel precisa ser descompactado e copiado do disco rígido para a memória, quem faz isso é o seu bootloader (LILO, GRUB).

2. O kernel fará uma requisição de memória para que ele possa montar seus buffers e suas working tables (Tabela de Processos, Mount Table…), essa área de memória é conhecida como Kmem , Kernel Space ou Kernel Land e ocupa cerca de 3MB de memória.

3. O kernel fará a detecção de todo o hardware da sua máquina

4. O Kernel monta o sistema de arquivo raiz e em seguida monta o diretório raiz ( / ) contido nele.

5. O kernel executa o processo init

A partir daí tudo que o kernel fizer será requisitado por programas por meio de system calls (funções internas do kernel, ainda falaremos sobre elas) ou por eventos provenientes do hardware do computador.

Algumas funções assumem papéis importantes durante o processo de inicialização do kernel, uma delas é a função Set-up() responsável pela preparação do ambiente de execução do kernel, insto significa que ela será responsável por:

  • Verificar na BIOS o total de memória RAM que o computador possui
  • Identificar teclado
  • Checar parâmetros das controladoras de disco rígido
  • Procurar pela placa de vídeo e mouse
  • Verificar se a imagem do kernel foi carregada corretamente
  • Iniciar a Interrupt Descriptor Table e Global Descriptor table
  • Iniciar FPU (também chamado de processador aritmético)
  • Mapear interrupções de hardware (IRQ) de 32 a 47 para habilitar exeptions do CPU
  • Iniciar o Modo Protegido
  • chamar a função Startup_32()

Interrupt Descriptor Table
Esta tabela guarda cada vetor de interrupção (e/ou exception) e a sua interrupção correspondente ou o exception handler (um trecho de código que será acionado caso tal exception aconteça)

Global Descriptor Table
Alguns processadores requewrem o uso de segmentação para o genrenciamento da memória, o Linux por padrão usa memória paginada sempre que a segmentação não for requerida pela arquitetura da máquina

Os Descriptors de Segmentos são referenciados em uma das duas tabelas, na Global Descriptor Table ou na Local Descriptor Table.

Startup_32()

Esta função é a responsável pela mensagem “Uncompressing Linux” assim que o sistema começa o boot, e faz nada mais que descompactar a imagem do kernel Linux e invocar a função Start_Kernel().

Start Kernel()

Só pelo nome fica bem explícito o que esta função faz, sendo mais específico essa função chama algumas outras até que o kernel esteja pronto para o usuário:

  • Page Tables ( paging_init() )
  • Page descriptors ( free_area_init(), kmem_init() and mem_init() )
  • Exception Handlers e o vetor de interrupções ( trap_init() and IRQ_init() )
  • Cache do sistema ( kmem_cache_init() and kmem_cache_sizes_init() )
  • Data e hora do sistema ( clock time_init() )
  • O processo 1 invocado pela função kernel_thread()
  • O processo 1 executa o init ( /sbin/init, ainda falaremos sobre ele )

Depois disso tudo o sistema está de fato pronto para uso, esperando somente o Login e senha do usuário.

Fiquem com Deus e até a próxima

Postado em Artigos, Linux, Linux Internals, Open Source, Sistemas Operacionais | Comentar »

Boas Novas do Ubuntu 7.10

7 de October de 2007, por hev

Estamos a 11 dias do lançamento da versão final do Ubuntu (previsto para 18 de Outubro), como de costume a nova versão virá com aprimoramentos que agradam tanto usuários novatos quanto os experientes, veja:

Novas versões do Kernel (2.6.22) com melhorias no suporte a wireless, GIMP (2.4), X.org (7.3) e Gnome (2.20)

Pra quem gosta de utilitários como beagle e google desktop, o Ubuntu suportará nativamente a indexação de documentos e favoritos da internet.

Outro recurso interessante é a escrita em partições NTFS, até hoje não existe (pelo menos eu nunca vi) uma solução ou ferramenta que realmente funcione para escrever em partições do WIndows XP, 2000 ou Vista, por isso ainda tenho minhas dúvidas (e uma partição FAT para troca de arquivos) quanto a eficiência deste recurso.

Configuração do X.org em modo gráfico: agora será possível configurar o sistema de vídeo do seu Ubuntu através de um programa, não será mais necessário, e em caso de qualquer erro na configuração, o vídeo será restaurado de modo que você não precisará do modo texto pra nada.

Nova versão do CUPS (1.3), sistema de impressão do Linux, com suporte melhorado a impressoras USB (tomara que a minha esteja entre elas) e também suporte à impressão em PDF.

via | mais informações | baixe a versão beta

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